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2106, 2016

OS 6.000 ANOS DE HISTÓRIA MEDICINAL DO ALOE VERA

Vol.15,n.1,pp.129-133 (Jun - Ago 2016) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research - BJSCR BJSCR (ISSN online: 2317-4404) Openly accessible at http://www.mastereditora.com.br/bjscr OS 6.000 ANOS DE HISTÓRIA MEDICINAL DO ALOE VERA THE 6,000 YEARS OF MEDICAL ALOE VERA HISTORY RUBISON OLIVO1,LAIRGERALDO THEODORORIBEIRO2* Farmacêutico-Bioquímico (UFSC), Doutor em Ciência de Alimentos (USP) e Pós-Doutorado, como Professor-Convidado pela Guelph State University(Canadá); 2.Médico, Cardiologista e Nutrólogo, coordenador de curso de pós-graduação lato sensu da Unin-gá, Mestre em Cardiologia pela PUC-RJ e Fellow of the American College of Cardiology(FACC). RuaJosé Maria Lisboa, 445, Jardins, São Paulo, São Paulo, Brasil. CEP: 01423-000. sintoniagrupo@uol.com.br Recebido em 06/03/2016. Aceito para publicação em 09/05/2016 RESUMO Planta medicinal, com propriedades benéficas reconhecidas há milênios, o Aloe vera –utilizado, inclusive, pelos egípcios como elixir da longevidade –apresenta inúmeras funções que contribuem para a manutenção da saúde. Além de sua ação bactericida e anti-inflamatória, oferecida pela presença de bioflavonoides, conta com diversas vitaminas, minerais e aminoácidos essenciais disponíveis tanto em suas folhas quanto em seu característico parênquima gelatinoso. Porém, é o polissacarídeo acemannan–um potente imuno estimulador –um dos componentes mais pesquisados do aloe vera, devido à sua ação antiparasitária, antiviral, antibacteriana e antifúngica. Todas essas substâncias contribuem para seus múltiplos efeitos, com destaque para os antitumorais, antiglicêmico, imunológicos, entre outros. Mesmo diante de tantos benefícios, o aloe vera também possui ativos fenólicos que comprometem sua segurança toxicológica, quando não manipulado devidamente. Os avanços científicos e tecnológicos, no entanto, hoje possibilitam a elaboração de produtos totalmente seguros, capazes de auxiliar milhares de pessoas.   PALAVRAS-CHAVE: Aloe vera, antioxidante natural, ace-mannan ABSTRACT Medicinal plant with beneficial properties recognized for millen-niums, aloe vera -used, even by the Egyptians as an elixir of lon-gevity -has many functions that contribute to the maintenance of health. In addition to its antibacterial and anti-inflammatory action, offered by the presence of bioflavonoids, it has various vitamins, minerals and

1603, 2016

UMA EPIDEMIA INVISÍVEL AO SISTEMA DE SAÚDE

Vol.13,n.1,pp.C10-C13 (Dez 2015 - Fev 2016) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research - BJSCR BJSCR (ISSN online: 2317-4404) Openly accessible at http://www.mastereditora.com.br/bjscr DEFICIÊNCIA DA VITAMINA B12 VITAMIN B12 DEFICIENCY AN INVISIBLE EPIDEMIC TO THE HEALTH SYSTEM LAIR GERALDO THEODORO RIBEIRO Médico, Cardiologista e Nutrólogo, Coordenador de Curso de Pós-Graduação (lato sensu) da Faculdade Ingá. Mestre em Cardiologia pela PUC-RJ. Fellow em Cardiologia pela American College of Cardiology. * R. José Maria Lisboa, 445, Jardins, São Paulo, São Paulo, Brasil. CEP: 04230-000. sintoniagrupo@uol.com.br Recebido em 20/10/2015. Aceito para publicação em 31/10/2015 COMUNICAÇÃO/ LETTER É praticamente automático. Para muitas pessoas basta mencionar a palavra vitamina B12 que logo vêm à mente “aumento de apetite” e, com isso, quilos a mais na balança. Na realidade, isso não passa de um grande mito; o mesmo que se refere à vitamina B12 como coadjuvante na perda de peso. Não há na literatura médica nada que comprove ou descarte uma coisa ou outra. Sabe-se, porém, que no caso de deficiência, a suplementação de B12 pode funcionar como um modulador de peso. Isso significa que quando o indivíduo é bem magro pode adquirir alguns quilos extras. Obesos mórbidos, por sua vez, se beneficiam com o uso da energia armazenada, o que gera mais disposição para à realização de atividades físicas e, consequentemente, leva à perda de peso1,2. O mais importante é ter certeza de que a função da vitamina B12 está muito além da polêmica engorda/ emagrece. Também conhecida como cobalamina, ela pertence ao grupo B (B1, B2, B3, B5, B6, B7, B9 e B12) ,sendo necessária para que tanto o cérebro quanto todo o sistema nervoso funcione adequadamente. Interessante, não é mesmo? No entanto, esse é apenas o começo. A cobalamina também participa da formação do sangue (mais especificamente dos glóbulos vermelhos – eritropoiese). Sua deficiência causa um

1603, 2016

SAL: INGERIR OU NÃO INGERIR? VILÃO OU HERÓI?

Vol.13,n.1,pp.06-11 (Dez 2015 - Fev 2016) Brazilian Journal of Surgery and Clinical Research - BJSCR BJSCR (ISSN online: 2317-4404) Openly accessible at http://www.mastereditora.com.br/bjscr SAL: INGERIR OU NÃO INGERIR? VILÃO OU HERÓI? SALT: INGEST OR NOT INGEST? VILLAIN OR HERO? LAIR GERALDO THEODORO RIBEIRO Médico, Cardiologista e Nutrólogo, Coordenador de Curso de Pós-Graduação (lato sensu) da Faculdade Ingá. Mestre em Cardiologia pela PUC-RJ. Fellow em Cardiologia pela American College of Cardiology. * R. José Maria Lisboa, 445, Jardins, São Paulo, São Paulo, Brasil. CEP: 04230-000. sintoniagrupo@uol.com.br Recebido em 21/10/2015. Aceito para publicação em 30/10/2015 COMUNICAÇÃO/ LETTER Com o uso dos termos “sal”, “sódio”, “pressão alta”e “hipertensão” é possível encontrar 17.090 artigos publicados,entre 1966 e 2001, em sites especializados na internet (MEDLINE)1. Isso mostra a complexidade em resumir e oferecer uma versão diferenciada sobre o assunto e seu papel na saúde humana. Este artigo não representa uma recomendação médica. Favor conversar com seu médico e/ou nutricionista antes de tomar qualquer decisão de como irá usar o sal em sua alimentação. Aqui temos um paradigma que, a princípio, pode ser chocante. Minha contribuição é a de mostrar o que está disponível na literatura, defendendo outro ponto de vista.A recomendação para uma dieta baixa em sal (hipossódica) vem sendo uma constante como abordagem coadjuvante no tratamento da hipertensão. Por outro lado, os japoneses – os maiores consumidores de sal do mundo – também são considerados um dos povos mais saudáveis, apesar de estar em desacordo com as recomendações sobre o uso parcimonioso do sal na dieta 2. Historicamente, esse componente revela sua importância, sendo citado, com destaque, nas escrituras do cristianismo, judaísmo e islamismo. Jesus, por exemplo, referia-se aos seus seguidores como o “sal da terra”, homenageando sua presença na dieta humana. Além disso, existem 32 citações sobre o sal na Bíblia. No Judaísmo, por sua vez, o

2101, 2016

Obesidade

De nascença, as únicas coisas que podem tornar alguém propenso à obesidade são a presença de maior número de células adiposas no corpo e o sexo. Isso porque é nas células adiposas que ficam depositadas as gorduras que comemos (quem as tem em maior quantidade acumula mais gordura) e porque a mulher tende a engordar mais que o homem (o homem, quando se exercita ou, mesmo, em repouso, consome mais calorias que a mulher). Fora isso, inúmeros outros fatores agregam-se para atuar relativamente ao acúmulo de gordura no corpo. Geneticamente falando, mesmo sendo provado que em 70% dos casos de obesidade as pessoas têm pai ou mãe obesos, principalmente a mãe, não existe, propriamente, um “gene da gordura”. Já a forma como fomos tratados na infância, a educação alimentar que recebemos, a formação da nossa auto-estima, assim como a identificação com pai ou mãe obesos constituem fatores psicológicos que podem fortalecer a propensão à obesidade. A comida é apenas um entre os diversos fatores envolvidos na obesidade e dietas de restrição alimentar sozinhas não funcionam para emagrecer. Contudo, a proporção correta de proteínas, carboidratos e gorduras é fundamental para a boa saúde. A boa alimentação deve conter pouca gordura (cerca de 20% de calorias), ser moderada em proteínas e carboidratos complexos, e rica em fibras, vitaminas e minerais. O estresse, assim como a tensão e a ansiedade, podem provocar compulsão por doces, massas e todo tipo de carboidratos. Um conselho para enfrentar esse problema é relaxar antes de qualquer refeição, nem que seja por alguns segundos, pois isso ajuda o corpo a absorver os alimentos de um modo mais equilibrado e saudável. A falta de atividade física regular também interfere no aumento de peso, pois exercícios queimam calorias e evitam que os excessos fiquem estocados sob a forma de gordura.

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