Cantinho da Lilly

Início/Cantinho da Lilly
2109, 2017

Por que, para muitos, a espiritualidade não faz mais sentido?

Por Nurya Ribeiro Pessoas ‘morrem de fome’, espiritualmente falando, em frente à grandes banquetes. Correrias do dia a dia, prioridades onde - muitas vezes - o ‘ganha pão’ vem acima da família, e porque não dizer valores. O ‘preciso’ subiu à cabeça e ficou maior que o eu/nós. E a espiritualidade, que nunca foi ensinada, ou melhor, vivenciada dentro de casa, no caminho ficou. Uma corrida contra a correnteza de algo nada natural, afinal somos seres espirituais tendo uma experiência humana. Seria como tirar o peixe fora d’água e dar o melhor cobertor para aquece lo. Desculpe, mas ele morreria ainda que essa fosse a sua melhor intenção.   Um anoréxico, depois de um tempo da doença, não sente mais fome. E, mesmo assim morre de ‘fome’. Pessoas estão morrendo de fome espiritual, e nem sentem mais. A conexão com o divino foi cortada faz muito tempo. Mas D’us, como um bom pai, sempre estará de portas abertas. A conexão pode ser ‘re-feita’ a qualquer momento. E não digo como algo religioso, religião há infinitas e algumas até matam em nome de algo que nem  ao menos conhecem ou conheceram.   A espiritualidade é o alimento da nossa alma, o sentido real da vida, e o porque de estarmos aqui. A vida seria muito pobre e medíocre se tivéssemos que ‘só’ trabalhar, ir ao banheiro, e dormir. E, na boa, nunca seriamos capazes de ‘fazermos’ seres humanos tão perfeitos e diferentes.   A espiritualidade nos faz ver a beleza da vida, e aproveitar tudo que tem no Universo. Mas isso é um exercício constante, de intimidade. De buscar aquilo que nos aguarda, dia a dia. Não é fácil. Achamos que como um passe de mágica sentiremos algo extraordinário. Podemos até sentir, mas não foi para isso que nascemos. Nascemos para

1409, 2017

A perfeição é um caminho de constante evolução.

Por Nurya Ribeiro Achamos que algo perfeito é o que não se ‘mexe’… Mas, só que não!   Fomos ensinados que a perfeição é praticamente algo ‘nato’, que não exige mudanças, que transborda excelência e, com isso, os conflitos se iniciam em nossas mentes e daqueles que ensinamos que “isso” é uma verdade. Nossas maiores vitimas são nossos filhos. Olhamos para a pessoa que encontramos para compartilhar a vida e falamos: “Ele ou ela é perfeito para mim”! E, se você casasse no dia seguinte - que o/a tivesse conhecido -, sua vida seria sem problemas, já que são ‘perfeitos’ um para o outro? Claro, que não, para dar certo, temos que ‘trabalhar’ e esse caminho é lindo - porém árduo, porque é cheio de coisas para fazer, inclusive se descobrir. Aliás a natureza é perfeita. E, por isso que devemos respeitá-la, cuidando, entendendo seus limites porque só assim ela te ‘dará’ algo. Veja as grandes catástrofes, a maioria delas, ocorreram porque o homem não respeitou a linha tênue que a natureza exige para o seu ‘bom funcionamento’. Os planos de D’us e a perfeição caminham de mãos dadas - ainda que sejam invisíveis aos nossos olhos, e quem entende isso não tem motivos e nem tempo para reclamar. Mas a tal perfeição, como já disse, não é exatamente como ‘imaginamos’. Uma mulher que por algum motivo não conseguiu engravidar, pode olhar para alguma criança e ‘encontrar’ seu filho, é o chamado encontro de almas, nesse momento ela vivenciou a perfeição. De algo tecnicamente ‘não perfeito’ saiu um plano divino. Uma criança que tem dificuldades em algo, e com isso ‘tem’ que encontrar um outro caminho, de repente encontra seu dom. Albert Einstein, foi expulso da escola porque não ‘tinha capacidade’ para acompanhar o ritmo, teve dificuldades para falar até oito

409, 2017

Feminismo, um poder que já conquistamos ao nascer.

Por Nurya Ribeiro Cresci escutando: “Você só consegue ir à algum lugar, se souber de onde está saindo”. E, será que nós mulheres sabemos nosso real poder e valor”? Claro, que merecemos e temos, ou deveríamos ter - todos - os direitos, no mercado de trabalho e sociedade - os mesmos que os homens. Afinal, se temos os mesmos cargos e responsabilidades, qual a dúvida em termos os direitos iguais? Mas tudo é muito recente. A mulher ‘saiu’ de casa para trabalhar a ‘pouco tempo’. Aliás ganhamos o direito de voto em 1932 - foi ‘ontem’, e mesmo assim com muitas limitações. E, com isso, passo a passo vamos caminhando. Hoje gigantes de todas as áreas gritam pelos direitos - justos - de quem consegue fazer - com excelência - mil coisas ao mesmo tempo. Sim, chupamos cana, assobiamos, fazemos comida, relatório do trabalho, educação das crianças, atenção do companheiro e tudo que tiver que fazer. Afinal, não é de hoje que se o pai não pagar a pensão, e cumprir com sua ‘obrigação’ a mãe tem que se virar, como muitas são arrimo - e exemplo - de família. Mas, o nosso ‘poder’ não é de hoje. Mulheres bíblicas, mostraram para que ‘vieram’, usando seu talento feminino. A rainha Esther, único livro bíblico que não menciona o nome de D’us, salvou seu povo de forma linda e única, usando inteligência, entendimento e respeitando o poder espiritual. Abraão, enquanto rezava pedindo uma direção, D’us lhe falou: “…Em tudo que Sara (sua mulher) te disser, ouve a sua voz…” (Genesis 21:12). Mesmo ele querendo ir por um -outro - caminho, ele teve que ir pelo caminho que sua mulher havia falado. Uau, para aquelas que levantam bandeiras, e dizem que nunca fomos valorizadas, aqui está um banho de ‘empoderamento’ - não é essa

0
Connecting
Please wait...
Envia uma mensagem!

No momento não há analistas on-line, envie uma mensagem que lhe reponderemos por e-mail assim que possível

* Nome
* E-mail
* Telefone
* Assunto
Entrar agora

Dúvidas complexas? Poupe tempo através de nosso formulário de contato.

* Seu Nome
* E-mail
* Assunto
Estamos On-line!
Feedback

Deixe-nos saber o que achou de nosso atendimento.

Seu problema foi resolvido?