Cantinho da Lilly

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1808, 2016

Querido mundo, aqui quem vos fala, é alguém do Brasil.

Nurya Ribeiro Eu sei, estou atrasada em falar da abertura das Olimpíadas, mas muita calma nessa hora, estamos falando em Brasil. Que abertura hein?! Lindo! Para falar a verdade não esperava nada diferente. Nossa síndrome de vira-lata na Copa, e na vida, nos fizeram contratar alguém de fora para a ‘parte artística’ em 2014, deu no que deu- com todo respeito - aquela meleca. Mas se tem uma coisa que sabemos fazer bem é festa! Cor, música, beleza, somos muito ricos, mas nossa autoestima é problemática, estamos aprendendo a lidar com isso. Nosso ‘colo’ é igual coração de mãe, sempre cabe mais um. Por isso o acolhimento. Não é à toa que o gigante Djokovic se ‘sentiu um brasileiro’, nossa animação vai além do normal. Em falar em animação, sei que exageramos, aliás desculpe-nos, não sabemos nos comportar em uma Olimpíada. Há muitos jogos que nem sabíamos que existiam, e como em uma festa - que nunca fomos- não sabemos que roupa usar, nós não sabemos como nos portar. Só para você entender a gravidade da situação… Amigo estrangeiro, não temos educação, o dinheiro gasto nessa Olimpíada foi algo absurdo - poderíamos ter tido educação, hospitais, seguranças etc e tal - confesso que fui e sou completamente contra isso - mas como não falamos quanto gastamos em uma festa com os convidados - não quero me alongar - não seria de bom tom eu continuar com essa história, então o que nos resta é lhes receber de braços abertos, coisa que nosso povo sabe fazer bem e como você pode perceber nos estádios até exageramos. Que feio as vaias exacerbadas, apesar que, na minha opinião, alguns até mereciam, principalmente quem em um rompante de falta de senso comparou nosso comportamento ao nazismo (querido ‘amigo’ já que o seu país tem

2207, 2016

Não fomos feitos para viver no ‘conforto’

Nurya Ribeiro Durante toda nossa vida procuramos conforto. Justificamos ‘falando’ que queremos estabilidade, mas isso não tem nada a ver com a ‘sensação’ do estável. A verdade é o que justificamos ao longo da vida são os excessos de confortos que adquirimos durante nossa jornada. Falamos que vamos de carro porque é mais confortável; que não vamos mudar de trabalho porque lá temos tudo - segurança, crescimento garantido. No relacionamento justificamos que ‘somos assim, e não vamos mudar’, que a criança é mal educada porque tem ‘gênio forte’, que comemos a comida congelada/pronta porque é mais prática - basta abrir a embalagem e colocar no microondas - sem falar dos enlatados. Achamos normal ficar o dia todo no celular ‘conectados’, que ter um tablet  ajuda a desenvolver muito mais que brincar no quintal, que tomar o remédio é mais fácil do que mudar a alimentação … enfim justificamos, justificamos e justificamos. Mas a verdade é que não fomos feito para vivermos no excesso de conforto. Olhe ao redor. O que ganhamos com o excesso de conforto? Além de corpos gordos, uma saúde frágil, crianças mimadas, e uma vida que temos que ter sempre mais, ou seja, uma exaustão sem fim. Estagnamos, mas estagnar é andar para trás. Quando saímos do propósito para que fomos feitos e nos escondemos ‘nas explicações’, nos perdemos. Estamos aqui para evoluir, isso é fato. Ninguém quer piorar, mas se isso é realmente verdade, por que ao alcançar o tão almejado conforto, não nos sentimos repletos e prontos para aproveitar? Porque na verdade, precisamos sempre estar em movimento, em busca da melhora não só para nós mas para nossa sociedade, de sair da área de conforto. Agora te pergunto, qual área você precisa sacudir a poeira? Na física, emocional, espiritual, familiar? Não se engane, a estagnação

407, 2016

Por que o ser humano ‘necessita’ se expor tanto nas redes sociais?

Nurya Ribeiro Fotos de felicidade, casais apaixonados, carros e mais carros, conquistas, filhos em situações ridículas e constrangedoras, infantilidade diante da política, racismo, indiretas, diretas, falta de noção, vazio!!! A evolução tecnológica permitiu que conquistássemos muitas coisas. Ganhamos tempo, afinal podemos realizar reuniões, poupando o tempo que perderíamos no trânsito. Podemos conversar com amigos ou familiares que estão longe e que antes só o telefone permitia que estivéssemos juntos. Mas também tem havido muitos exageros, exposições desnecessárias e até mentirosas. Essas contradições são claras nos posts. Mulheres pedem respeito, mas se expõem das formas mais bizarras em fotos de todos os ângulos. Fotos de crianças nas mais diferentes situações, lares expostos - sim, o ‘sagrado - dado de bandeja a quem não tem respeito e pisa em cima do que é para ser santo, a vida acontece dentro de um computador, tablet, telefone. Quando nos escondemos atrás de uma ‘máquina’ a vida perdeu a graça, o tesão, mas é como buscar maçã em pé de banana, nunca iremos encontrar. Horas e mais horas desperdiçadas. Pergunto: Qual a função dessa pessoa - hoje - no mundo? Um inútil julgador. Porque as redes sociais lhes dão esse poder de ‘juízes’ - imbecis, mas juízes. Mas será que viemos para sermos inúteis? Até fruta podre é jogada no lixo, inclusive para não estragar as outras. Somos muito mais que isso, e nosso ‘trabalho’ aqui tem que ser justificado. Senão está na hora de irmos para o ‘lixo’. Se olharmos para fora desses aparelhos existe vida - novidade para muita gente - oportunidades - vestidas de problemas - que nos esperam. Realizações, evolução. As redes sociais viraram um ‘deus’ para essas pessoas a procura da felicidade fácil. A autoajuda barata, em tentar acreditar - se enganar - que ‘somos felizes’, por isso nos exibimos. Angústias jogadas

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