Cantinho da Lilly

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812, 2017

Às vezes, precisamos ‘sair’ sem olhar para trás.

Nurya Ribeiro A vida nos coloca em situações ‘insuportáveis’ que exigem mudanças. Sim, gostamos de roupas confortáveis. Mas a vida não foi feita para o conforto. Muitas vezes somos surpreendidos com sentimentos de esgotamento, frustração. E, é claro, que temos opções… Uns se prostram, entram em depressão, justificam que ‘o tempo passou’ e que não há mais nada o que fazer, então um sentimento puxa o outro e quando vão ver estão no abismo. Mas outros, devido a sensação de esgotamento, e o ‘não dá mais’, mudam. Necessitam dessa mudança. Se movimentam, ‘vão embora’ sem olhar para trás. Aliás, a vida é assim. Mudanças exigem determinação. Não cabem choros porque senão ficamos estagnados. O crescimento exige um abandonar de ‘roupas velhas’. Mas existem aqueles que choram em cima de calçados que não lhes cabem mais e, com isso, não veem a beleza dos sapatos novos. Nessa época do ano a maioria procuram milagres, mas poucos estão dispostos a pagar o ‘preço’. Sim, tudo tem seu preço, e tempo. E, esse pagamento, na maioria das vezes, consiste em separações. Nem todos e tudo devem estar ao seu lado. Infelizmente e felizmente. Como mudamos de ‘roupas’ existem pessoas, ou situaçõess que não ‘combinam’ com esse novo traje. Sim, não estão na mesma sintonia. Preferiram o raso, e você o alto mar - ou vice versa. Felicidade incomoda, e quem escolhe não viver nesse mundo de ‘mentiras/filtros’ acaba chamando a atenção. Sim, quem nada contra a maré, incomoda quem não teve a coragem em viver a real. Temos que escolher a dedo quem deve participar da nossa vida. Tem coisas que não são para nós. Isso não é menosprezar ninguém, cada um tem seu valor. Mas vivemos momentos diferentes. Só consegue ver a ‘beleza da paisagem’ quem entende que, as vezes, necessitamos mudar

3011, 2017

Sua comida, seu bolso e seus sentimentos deduram você!!!

Nurya Ribeiro Diz um ditado judaico: “O homem se distingue por meio do seu copo, seu bolso e sua raiva”. Isso é tão verdadeiro! Comecemos pelo copo, ou melhor, para abranger usaremos a comida, estamos vendo um movimento crescente de pessoas obesas, doentes por causa da alimentação. Pessoas que vão para os Estados Unidos e acham o máximo o tamanho das porções, sacos de batatas, refil de refrigerante, donos de restaurantes orgulhosos porque fazem o maior hot dog ou hambúrguer, e ao olhar os ingredientes de um alimento no supermercado parece bula de remédio. Infelizmente o Brasil tem copiado isso, nossas porções estão ficando gigantes, e cheias de coisas que não precisamos - tipo realçador de sabor, temperos que não têm nada de tempero e etc. Pessoas que perderam o respeito com o corpo e como prêmio ganham quilos e mais quilos acompanhado de doenças, vícios e acabam com um estilo de vida medíocre, já que não têm energia para viver. Vão perdendo a ‘funcionalidade’. Pessoas que só encontram prazem em comer. Corpo envenenado - de tanto junk food - que ‘fecham a porta’ para uma alma cada vez mais sedenta, já que o tesão da vida acabou sendo uma comida e não a importância em viver. E, vamos para o bolso… Se ele te dominou, e virou o ator principal da sua vida, fonte de segurança, sinto lhe dizer, mas você vive uma mentira. O mundo de enganações em revista onde o ‘holofote’ esta no dinheiro, e ninguém nota a vida medíocre - muitas vezes - do poderoso. Mentiras ‘photoshopadas’ vendidas diariamente em redes sociais, revistas, televisão. Quantas pessoas colocaram seus sonhos, vida em cima do dinheiro e a vida - como é característica dela - mudou da noite pro dia e essas pessoas perderam o chão? Quantas crianças

2411, 2017

A vida necessita de constância.

Nurya Ribeiro A vida é como uma bicicleta onde precisamos pedalar para não cairmos. A constância -sadia- nos dá o passaporte rumo a uma vida para o aproveitamento pleno. Aliás, a paz é constante. Ninguém aguenta um relacionamento inconstante, ele acaba se desgastando, ficando inviável. Claro, que a inconstância é sedutora, pessoas que procuram ‘aventuras’ vão atrás de emoções para sairem de uma rotina. Sem julgamentos. Cada um sabe o que é melhor para si. Mas um dia todos querem sossego. Nosso povo é extremamente emocional, analisemos as músicas, novelas, vida. Isso é bom por um lado. Gostamos, em geral, de ajudar o próximo, mas também adoramos uma ‘sofrência’. O problema é quando esse sofrimento, vira nosso padrão de vida, e ai o bicho pega. Começamos a exagerar em emoções fúteis, mas a vida - funcional - só ‘funciona’ em constância sadia. Para um exercício fazer efeito precisamos de dias, meses e anos. Uma alimentação saudável é todo dia. Um casamento bem sucedido necessita de manutenção diária. Uma criança educada não é aquela que ganha ‘recompensa’ por ter se comportado em tal lugar, é obrigação dela ser comportada todos os dias. Pessoas bem sucedidas, tem o domínio da constância. Sabem o poder do hábito - em repetir e repetir -, e aprendem a tirar prazer disso. E mais, a constância traz progressos. Aprender que independente do que sinto, a bússola para o caminhar bem-sucedido está na repetição. Valorizamos o talento e gostamos de ver tudo pronto. Mas, o suor por trás é determinante para o espetáculo acontecer. Condenamos a rotina a denominamos como ‘chata’. Achamos que a grama do vizinho é sempre mais verde e ‘fácil. Mas pode ter certeza, que você está onde é necessário para vivenciar experiências incríveis. Basta decidir para onde quer ir e virar o melhor