Cantinho da Lilly

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310, 2017

Aqueles acostumados a rastejar, não suportam o céu!

Por Nurya Ribeiro Observar o meio em que as pessoas vivem nos revela onde guardam suas paixões, e - escolheram- viver suas vidas. Todos nós nascemos nus e ganhamos - o que é realmente um presente - o livre arbítrio. Sim, o direito de fazermos o que quisermos das nossas vidas. Isso independente de crenças, religião, de você gostar ou não, todos nós chegamos aqui da mesma forma. Claro que como todas as coisas na vida, tudo tem seu preço. Tem um provérbio que diz: “Quem é sábio? Aquele que controla suas paixões”. E isso explica tantas coisas que vemos no mundo de hoje… As pessoas vivem onde se ‘deliciam’ – e, muitas vezes, sem nenhum controle - isso tanto para o lado bom, quanto para o mal.   Somos produtos do nosso meio! Fazendo um paralelo com bichos, aliás D’us nos deu exemplos tão lindos na natureza, basta somente enxergar - coisas que muitos não conseguem mais.   O porco vive em um chiqueiro, ele se lambuza em sujeira, faz parte dele. Quantos ‘porcos’ vemos no mundo?! Pessoas que gostam de fofocar, de apontar o dedo, de passar informações sem ao menos checar a veracidade, mas se esquecem que a sujeira ‘lambuzada’ e impregnada fica - também - em seu próprio corpo, casa e família.   Porque a ‘porcaria’ nunca fica em um lugar só, ela se espalha. Conhece algum ‘espírito de porco’? Pois é, fuja dele! Há animais como as ovelhas que precisam de um pastor. Felizes daqueles que acham um pastor bom, para ir para um lugar certo e seguro, mas não esqueça que existem impostores e pessoas que ‘se fantasiam’ de ‘bom pastor’… Como um lobo em pele de cordeiro. A cobra rasteja e ataca aqueles que cruzam seu caminho. Quantas ‘cobras’ conhecemos, que por se acharem

2109, 2017

Por que, para muitos, a espiritualidade não faz mais sentido?

Por Nurya Ribeiro Pessoas ‘morrem de fome’, espiritualmente falando, em frente à grandes banquetes. Correrias do dia a dia, prioridades onde - muitas vezes - o ‘ganha pão’ vem acima da família, e porque não dizer valores. O ‘preciso’ subiu à cabeça e ficou maior que o eu/nós. E a espiritualidade, que nunca foi ensinada, ou melhor, vivenciada dentro de casa, no caminho ficou. Uma corrida contra a correnteza de algo nada natural, afinal somos seres espirituais tendo uma experiência humana. Seria como tirar o peixe fora d’água e dar o melhor cobertor para aquece lo. Desculpe, mas ele morreria ainda que essa fosse a sua melhor intenção.   Um anoréxico, depois de um tempo da doença, não sente mais fome. E, mesmo assim morre de ‘fome’. Pessoas estão morrendo de fome espiritual, e nem sentem mais. A conexão com o divino foi cortada faz muito tempo. Mas D’us, como um bom pai, sempre estará de portas abertas. A conexão pode ser ‘re-feita’ a qualquer momento. E não digo como algo religioso, religião há infinitas e algumas até matam em nome de algo que nem  ao menos conhecem ou conheceram.   A espiritualidade é o alimento da nossa alma, o sentido real da vida, e o porque de estarmos aqui. A vida seria muito pobre e medíocre se tivéssemos que ‘só’ trabalhar, ir ao banheiro, e dormir. E, na boa, nunca seriamos capazes de ‘fazermos’ seres humanos tão perfeitos e diferentes.   A espiritualidade nos faz ver a beleza da vida, e aproveitar tudo que tem no Universo. Mas isso é um exercício constante, de intimidade. De buscar aquilo que nos aguarda, dia a dia. Não é fácil. Achamos que como um passe de mágica sentiremos algo extraordinário. Podemos até sentir, mas não foi para isso que nascemos. Nascemos para

1409, 2017

A perfeição é um caminho de constante evolução.

Por Nurya Ribeiro Achamos que algo perfeito é o que não se ‘mexe’… Mas, só que não!   Fomos ensinados que a perfeição é praticamente algo ‘nato’, que não exige mudanças, que transborda excelência e, com isso, os conflitos se iniciam em nossas mentes e daqueles que ensinamos que “isso” é uma verdade. Nossas maiores vitimas são nossos filhos. Olhamos para a pessoa que encontramos para compartilhar a vida e falamos: “Ele ou ela é perfeito para mim”! E, se você casasse no dia seguinte - que o/a tivesse conhecido -, sua vida seria sem problemas, já que são ‘perfeitos’ um para o outro? Claro, que não, para dar certo, temos que ‘trabalhar’ e esse caminho é lindo - porém árduo, porque é cheio de coisas para fazer, inclusive se descobrir. Aliás a natureza é perfeita. E, por isso que devemos respeitá-la, cuidando, entendendo seus limites porque só assim ela te ‘dará’ algo. Veja as grandes catástrofes, a maioria delas, ocorreram porque o homem não respeitou a linha tênue que a natureza exige para o seu ‘bom funcionamento’. Os planos de D’us e a perfeição caminham de mãos dadas - ainda que sejam invisíveis aos nossos olhos, e quem entende isso não tem motivos e nem tempo para reclamar. Mas a tal perfeição, como já disse, não é exatamente como ‘imaginamos’. Uma mulher que por algum motivo não conseguiu engravidar, pode olhar para alguma criança e ‘encontrar’ seu filho, é o chamado encontro de almas, nesse momento ela vivenciou a perfeição. De algo tecnicamente ‘não perfeito’ saiu um plano divino. Uma criança que tem dificuldades em algo, e com isso ‘tem’ que encontrar um outro caminho, de repente encontra seu dom. Albert Einstein, foi expulso da escola porque não ‘tinha capacidade’ para acompanhar o ritmo, teve dificuldades para falar até oito