Cantinho da Lilly

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407, 2016

Por que o ser humano ‘necessita’ se expor tanto nas redes sociais?

Nurya Ribeiro Fotos de felicidade, casais apaixonados, carros e mais carros, conquistas, filhos em situações ridículas e constrangedoras, infantilidade diante da política, racismo, indiretas, diretas, falta de noção, vazio!!! A evolução tecnológica permitiu que conquistássemos muitas coisas. Ganhamos tempo, afinal podemos realizar reuniões, poupando o tempo que perderíamos no trânsito. Podemos conversar com amigos ou familiares que estão longe e que antes só o telefone permitia que estivéssemos juntos. Mas também tem havido muitos exageros, exposições desnecessárias e até mentirosas. Essas contradições são claras nos posts. Mulheres pedem respeito, mas se expõem das formas mais bizarras em fotos de todos os ângulos. Fotos de crianças nas mais diferentes situações, lares expostos - sim, o ‘sagrado - dado de bandeja a quem não tem respeito e pisa em cima do que é para ser santo, a vida acontece dentro de um computador, tablet, telefone. Quando nos escondemos atrás de uma ‘máquina’ a vida perdeu a graça, o tesão, mas é como buscar maçã em pé de banana, nunca iremos encontrar. Horas e mais horas desperdiçadas. Pergunto: Qual a função dessa pessoa - hoje - no mundo? Um inútil julgador. Porque as redes sociais lhes dão esse poder de ‘juízes’ - imbecis, mas juízes. Mas será que viemos para sermos inúteis? Até fruta podre é jogada no lixo, inclusive para não estragar as outras. Somos muito mais que isso, e nosso ‘trabalho’ aqui tem que ser justificado. Senão está na hora de irmos para o ‘lixo’. Se olharmos para fora desses aparelhos existe vida - novidade para muita gente - oportunidades - vestidas de problemas - que nos esperam. Realizações, evolução. As redes sociais viraram um ‘deus’ para essas pessoas a procura da felicidade fácil. A autoajuda barata, em tentar acreditar - se enganar - que ‘somos felizes’, por isso nos exibimos. Angústias jogadas

107, 2016

Mãe é fo…!!!

  Existe texto que exemplificam muito bem as cenas da vida.... Você conhece ou tem alguém em sua família parecida???? Obrigada Veríssimo por mais essa pérola.... MÃE É FO...!!!!! Mãe: Alô? Filha: Mãe? Posso deixar os meninos contigo hoje à noite? Mãe: Vai sair? Filha: Vou. Mãe: Com quem? Filha: Com um amigo. Mãe: Não entendo porque você se separou do teu marido, um homem tão bom... Filha: Mãe! Eu não me separei dele! ELE que se separou de mim! Mãe: É... você me perde o marido e agora fica saindo por aí com qualquer um... Filha: Eu não saio por aí com qualquer um. Posso deixar os meninos? Mãe: Eu nunca deixei vocês com a minha mãe, para sair com um homem que não fosse teu pai! Filha : Eu sei, mãe. Tem muita coisa que você fez que eu não faço! Mãe: O que você tá querendo dizer? Filha: Nada! Só quero saber se posso deixar os meninos. Mãe: Vai passar a noite com o outro? E se teu marido ficar sabendo? Filha: Meu EX-marido!! Não acho que vai ligar muito, não deve ter dormido uma noite sozinho desde a separação! Mãe: Então você vai dormir com o vagabundo! Filha: Não é um vagabundo!!! Mãe: Um homem que fica saindo com uma divorciada com filhos só pode ser um vagabundo, um aproveitador! Filha: Não vou discutir, mãe. Deixo os meninos ou não? Mãe: Coitados... com uma mãe assim... Filha: Assim como? Mãe: Irresponsável! Inconseqüente! Por isso teu marido te deixou! Filha: CHEGA!!! Mãe: Ainda por cima grita comigo! Aposto que com o vagabundo que tá saindo contigo você não grita. Filha: Agora tá preocupada com o vagabundo? Mãe: Eu não disse que era vagabundo!? Percebi de cara! Filha: Tchau!! Mãe: Espera, não desliga! A que horas vai trazer

2106, 2016

Cicatrizes, marcas que a vida me deu.

Nurya Ribeiro Sempre ouvi histórias de soldados que voltavam da guerra e mostravam com orgulho suas cicatrizes. Esses dias,  percebi que isso era uma bela lição. Cicatrizes são histórias, temos escolhas de como ‘as mostraremos ou as esconderemos’. Falo de cicatrizes físicas, emocionais, cicatrizes da alma. Então, comecei as ‘buscas’ pelas minhas cicatrizes. Comecei pelas físicas - as mais fáceis… Entre tombos, marcas de queimaduras de uma ‘mulher desastrada’, porém persistente na cozinha, parei na mais importante: duas cesáreas! Imediatamente lembrei do orgulho dos soldados… Ah, que orgulho dessa ‘marquinha’, foi através dela que ‘conheci’ meus tesouros. Lembrei com surpresa que ela nunca me incomodou, nunca tentei através de procedimentos estéticos ‘tira la’. Por que será? Talvez pela história e significado alegre. Que  orgulho poder carregá-las comigo. Continuei a ‘busca’ e ao ver minha mão, reparei na marca que a minha aliança me deixou, lembrei do dia do meu casamento onde disse - em hebraico- perante todos: “Ani ledodi vedodi li" - “Eu sou para o meu amado, e ele é para mim. Entendi que o compartilhar é o ‘melhor amigo’ do casamento. Que aqueles que estão comprometidos em construir um lar só podem seguir esse caminho. Olhei com felicidade os ‘presentes’ - verdadeiros diamantes - que ganhei até aqui, e que jamais imaginei ganhá-los. Senti orgulho dessa minha marca, que tenho construído, e quem eu escolhi para caminhar comigo. Continuei a busca, que agora, passou para o lado emocional, marcas na alma… Comecei a viagem no tempo, lembrei de verdadeiras feridas - em carne viva - que um dia pensei que jamais cicatrizariam, perdas fora da ordem natural, lembrei do salmista que diz no salmo 30: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã”. Quantas vezes me ‘apeguei’ a esse salmo, rezava para que o tempo

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