Quem me conhece sabe que sempre falo do óleo de coco e detalho os benefícios dele para a saúde.

A explanação sobre os benefícios do produto tornou-se ainda mais necessária após manifestos inconsequentes e levianos sobre o óleo de coco, feitos por entidades que – infelizmente – contribuíram para deixar a população ainda mais confusa e insegura sobre a ingestão deste superalimento.

Gostaria de lhe dizer que minha recomendação não tem como base o meu gosto pessoal, apesar de usá-lo diariamente.

Essa defesa tem base científica que só cresce. Eu, Lair Ribeiro, estudo mais de oito horas por dia, acompanho esse crescimento e consolidação da defesa do óleo de coco.

Para quem ainda diz que não há estudos suficientes sobre os benefícios do óleo de coco, eu gostaria de contar que há mais de mil livros na Amazon.com, 170 mil citações no Google Acadêmico, que só concentra artigos científicos e mais de 9 mil artigos publicados no Mercola.com, maior site médico do mundo.

Eu mesmo publiquei recentemente minha própria revisão sobre isso que, assim como as outras publicações sérias, traz a composição química do óleo de coco e como ele atua na fisiologia humana.

Os benefícios do óleo de coco

Vale explicar que as gorduras são ácidos graxos que podem ser de cadeia curta, média ou longa. O óleo de coco é uma gordura de cadeia média que é transportada, via veia porta, diretamente no intestino para o fígado, onde se transformam em energia.

Eles não são depositados em adipócitos, sendo, por isso, incapazes de promover ganho de peso. Ao contrário, eles são termogênicos. Suas triglicérides de cadeia média (TcCMs) contribuem para o aumento do metabolismo basal.

Além disso, óleo de coco é menos calórico do que os outros óleos de cadeia longa e essa informação só é fornecida para acalmar aqueles preocupados apenas com o conceito calórico do alimento. Ele não requer insulina durante seu metabolismo e auxilia a absorção de outros nutrientes, como vitaminas e minerais.

Esse superalimento também é rico em ácido láurico, um tipo de gordura saturada, que constitui 47% de seus índices de ácidos graxos. Em contato com o estômago, o ácido láurico se transforma em monolaurina, um poderoso antivirótico, antibacteriano e antifúngico, que não gera resistência bacteriana e nem efeito colateral. Nos Estados Unidos, a monolaurina é comercializada à parte e usada em casos de infecções resistentes a antibióticos.

E não para por aí…

Aliado a isso, o óleo de coco é reconhecidamente um potente anti-inflamatório e capaz de reduzir o colesterol LDL (ruim) e aumentar o colesterol HDL (bom), na maioria dos inúmeros estudos onde o perfil lipídico foi avaliado.

Tem efeito antitrombótico e inibe a peroxidação lipídica, agindo como antioxidante, devido a sua alta concentração de vitamina E e ácido gálico.

Esses e outros benefícios são comprovados em artigos e na literatura científica médica, que destacam sua ação na prevenção e no tratamento de patologias como Doença de Alzheimer, HIV/AIDS, doenças cardiovasculares, câncer, diabesidade (diabetes + obesidade) e infecções.

Um dos estudos mais impressionantes foi feito pela médica americana Mary Newport. Ao ver seu marido, Steven, diagnosticado com Mal de Alzheimer, Mary decidiu incluir o alimento na dieta dele.

Em alguns meses, Steven retomou atividades que havia perdido, como leitura e corrida. A melhora do marido fez com que Mary escrevesse um livro “Alzheimer disease: what if there is a cure? (Doença de Alzheimer: e se existir uma cura?).

Esse livro foi um best seller na lista dos mais vendidos do New York Times.

Como consumir óleo de coco

COMO EU, LAIR RIBEIRO, CONSUMO: Todos os dias pela manhã, eu tomo meu café preto com uma colher de sopa de óleo de coco. A bebida fica com um gosto adocicado e ainda ajuda o cérebro a ficar preparado para as tarefas do dia.

RECOMENDAÇÃO DE USO: Duas a três colheres de sopa cheias de óleo de coco devem ser consumidas diariamente. É a quantidade ideal para a proteção cérebrovascular.

DESAFIO DOS 15 DIAS: Eu sempre digo que a melhor maneira de constatar a eficácia de um nutriente na saúde é quando observamos a melhora em nós mesmos. Nada fala mais alto do que resultados!

Consuma esta quantidade por duas semanas, elimine os outros óleos vegetais e avalie os resultados positivos. Você percebe de imediato, uma melhora no cansaço, na capacidade cognitiva e no funcionamento do intestino, entre outros benefícios.